Chris Krause ganha a vida tentando descobrir as variáveis complexas, que fazem com que esquiadores sejam cada vez mais rápidos. Ele foi um técnico veterano de esqui no jogos de inverno de Sochi em 2014, e trabalhou com Bode Miller e Andrew Weibrecht que conquistaram medalhas olímpicas naquele ano.
Miller, ganhou uma medalha de bronze no super G, e é o melhor esquiador masculino da história dos EUA. Weibrecht, 28 anos, que não ganhava nada desde que conquistou uma medalha de bronze em Vancouver em 2010 e em 2014 conquistou a medalha de prata, um triunfo misterioso.
Krause disse que sabe o que ajudou Miller e Weibrecht: uma visita há um mês para ver um hipnotizador.
“O problema de Andrew é que ele fica nervoso demais nas corridas”, disse Krause ao USA TODAY Sports. “Então ele foi ver um médico em Munique no meio de janeiro, um hipnotista. Quando ele voltou, perguntei como foi. Ele disse: “Não sei ao certo o que aconteceu, mas foi muito bom”.
Também chamada auto-hipnose ou visualização criativa, é como uma lente zoom de alta definição focada em todas as etapas  da experiência do atleta em um jogo, partida ou corrida. Ao fazer isso, ele ou ela cria memória muscular literal que se traduz em um maior desempenho.
A visualização tem sido um componente essencial de treinamento para atletas de elite. A lenda do golfe Tiger Woods é um desses atletas e antes de cada competição, visualiza cada movimento ou cenário como uma ferramenta essencial para se preparar para vencer e, no caso dele, vencer muitas vezes.